A geração que tem vivido a legalização e normalização da maconha, mitigando estereótipos negativos da erva e contribuindo diretamente para o mercado canábico.

Os millenials são os adultos que nasceram entre 1981 e 1996, segundo especialistas.

Compõem a geração que têm assistido a normalização da cannabis e desempenham um papel de liderança no surgimento da economia global da maconha: como força de trabalho e empreendedores desta economia e/ou como consumidores.

Os millennials foram pioneiros no uso recreativo legal de maconha, se pensarmos que Colorado e Washington D.C. foram os primeiros estados do mundo a legalizarem esse uso em 2012, seguidos pelo Uruguai, primeiro país do mundo a regulamentar todos os aspectos da cannabis em 2013.

Essa geração desempenha um papel importante não apenas para mudar a percepção da sociedade sobre a maconha, mas também para contribuir para a evolução da indústria da cannabis.

Atualmente, os millenials são a maior população do Brasil (34%), bem como em diversos países, como China, Índia e Estados Unidos.

De acordo com o Green Entrepreneur, nos EUA, os millennials compõem a maior porcentagem de consumidores de cannabis (38%), seguidos pela Geração X (29%), depois Baby Boomers (19%) e Geração Z (13%).

Essa geração, agora entre os 26 e 40 anos, mais ou menos, também provou ter a mente mais aberta a novas experiências.

“Os millennials atingiram a maioridade quando as atitudes e políticas sociais relacionadas à cannabis estavam mudando rapidamente”, disse Gary Allen, CEO da New Frontier Data.

“Como jovens adultos, eles assistiram à normalização do uso de cannabis mitigar estereótipos negativos e desempenharam um papel de liderança no surgimento da economia legal da cannabis, tanto como participantes do mercado quanto como defensores da mudança”, complementou.

Além disso, os millennials são mais ativistas e promovem, por meio de mídias sociais, os benefícios do uso de produtos canábicos para estresse, ansiedade e bem-estar geral. Alguns deles também disseram que “usam produtos de cannabis como substitutos de medicamentos”.

Eles também são a favor de mais regulamentação para garantir a segurança, qualidade e eficácia de tais produtos.

O papel dos millennials neste momento de mudanças constantes, de novas regulamentações e de estruturação da indústria da maconha é essencial para moldar o futuro da cannabis no mundo, bem como a percepção das gerações mais velhas e das mais novas sobre a planta.

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Fonte: Benzinga

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