Até junho deste ano, apps de venda e entrega de maconha não podiam ser encontrados na App Store (”loja online” de aplicativos para aparelhos iOS), nos Estados Unidos.

Mas, com um número crescente de estados legalizando a maconha, e com a tendência do mercado de delivery se expandindo, a empresa resolveu atualizar sua política e, desde 7 de junho, aplicativos de entrega de cannabis não sofrem mais restrições para disponibilizar seus serviços através da App Store nos EUA.

As políticas anteriores da empresa proibiam aplicativos que vendessem maconha, tendo em vista que a cannabis ainda é controlada sob a Lei Federal do país. 

Agora, dispensários e empresas especializadas em delivery de cannabis, podem disponibilizar a entrega através de seus aplicativos na App Store. Com a nova política, somente as pessoas dos estados onde a cannabis é regulamentada podem baixar os apps e devem apresentar documento na hora da entrega, comprovando terem mais de 21 anos. Além disso, apenas empresas licenciadas podem disponibilizar seus aplicativos de venda de maconha.

Em julho, a Apple aprovou o primeiro delivery de cannabis na sua ”store”: o app de entrega da empresa Eaze. Em comunicado, a empresa afirmou que a permissão da App Store é “um marco importante para o mercado legal de cannabis e para os consumidores”.

Desde a estreia da Eaze na App Store, outras empresas já disponibilizaram seus apps na loja da Apple, como a Beta, Caliva e Pineapple Express.

O mercado de delivery de cannabis, que já vinha chamando a atenção, promete crescer ainda mais. 

Restrições

Mesmo com esse forte movimento de maior aceitação e crescimento da indústria canábica e, embora a mudança de política da Apple seja um progresso há muito esperado, a proibição da Google de aplicativos que facilitam a venda de maconha permanece. 

Desde 2019, os aplicativos da Google Play Store não podem oferecer nenhum recurso que permita a venda, entrega ou coleta de maconha. Ou seja, o sistema Android ainda não aceita apps relacionados ao delivery de cannabis. 

Esse posicionamento ainda restritivo da Google também é refletido nas demais plataformas da empresa, já que propagandas relacionadas à cannabis são proibidas pelo Google Ads.

O mesmo acontece no Facebook e Instagram, que seguem aplicando fortes restrições sobre conteúdos relacionados ao tema. Publicidade não precisamos nem mencionar: também é proibida nestas redes sociais. 

Apesar de estarmos falando de Estados Unidos, o mesmo é observado no Brasil, e não só em relação à publicidade e perfis ligados à cannabis, aqui também existem restrições ao mercado auxiliar: as grandes plataformas de entrega não permitem a venda de produtos fumígenos, como tabaco, nem acessórios canábicos. 

Soluções

Mas, já existem soluções visando criar um espaço exclusivo para essa área no país! Já que as gigantes do mercado (Google, Facebook/Instagram e os tradicionais apps de delivery) não permitem a divulgação e venda de produtos canábicos, ou melhor, produtos de tabacarias, headshops e grow shops, o Who is Happy veio para solucionar esses problemas.

No website, estes estabelecimentos já podem fazer a divulgação sem restrições de seus produtos, bem como podem aparecer listados no aplicativo Who is Happy, aumentando sua exposição online!

E, nos próximos dias, o Who is Happy Delivery estará disponível para download tanto na App Store, quanto Play Store. Tabacarias, headshops e grow shops poderão disponibilizar seus produtos para entrega de maneira fácil, sem restrições. 

E os consumidores poderão comprar, rapidamente, sedas, piteiras, tabaco (e qualquer acessório canábico), bem como laricas e bebidas, através do app.  

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