Doença crônica, sem cura e com tratamento nem sempre eficiente, a fibromialgia afeta 5% da população. A cannabis medicinal é uma das alternativas que, na prática, dá resultados positivos para aplacar os sintomas. São eles, dores no corpo – nas articulações e musculares – dificuldade para dormir, ansiedade, depressão e enxaqueca.

Ainda neste mês, 36 pacientes vão participar de um estudo clínico para avaliar o uso do THC (tetrahidrocanabidiol) no tratamento. Os inscritos serão divididos em 3 grupos, que receberão substâncias diferentes. Um vai tomar placebo e os outros dois, doses diferentes de extratos ricos em THC.

Todos os participantes serão mulheres entre 40 e 50 anos. Por que só mulheres? Elas são a maioria dos doentes (90%). A Universidade Federal da Integração Latino-Americana (Unila) e a Abrace Esperança fecharam acordo para a realização da investigação clínica.

A cannabis medicinal fornecida no tratamento destes pacientes é da linha verde (farmacêutica) da Abrace Esperança (associação de pacientes que, desde a última semana, luta na justiça – mais uma vez – pela recuperação de sua autorização para a produção de medicamentos de cannabis).

Esta não é a primeira parceria das duas instituições. Elas patrocinam também a pesquisa já iniciada com pacientes de Alzheirmer tratados com THC – um dos canabinoides da cannabis, eficiente para aplacar dores crônicas como a do câncer entre outras ações.

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